Adolf Eichmann escreveu um apelo por sua vida


Adolf Eichmann escreveu um apelo por sua vida

Adolf Eichmann escreveu um apelo por sua vida ao presidente de Israel, dois dias antes de ser enforcado em 1962 por planejar a "Solução Final" plano para exterminar 6 milhões de judeus.

Durante uma cerimônia marcando o Dia Internacional do Holocausto, o presidente israelense, Reuven Rivlin lançou o apelo de clemência escrita à mão para o então presidente Yitzhak Ben-Zvi.

Adolf Eichmann escreveu um apelo por sua vida

Eichmann alegou que ele estava apenas cumprindo ordens e não foi de alto nível suficiente para condenar o assassinato em massa de judeus.

"Há uma necessidade de traçar uma linha entre os líderes responsáveis ​​e as pessoas gostam de mim forçadas a servir como meros instrumentos nas mãos dos líderes", escreveu ele, informou a AFP.

"Eu não era um líder responsável e, como tal, não me sinto culpado", escreveu Eichmann. "Eu não sou capaz de reconhecer a decisão do tribunal como justo, e eu pergunto, Meritíssimo Senhor Presidente, que pode exercer o seu direito de conceder perdões, e para que a pena de morte não seja realizado."

A carta foi assinada e datada: "Adolf Eichmann Jerusalém, 29 de maio de 1962."

Eichmann foi condenado por crimes de guerra e crimes contra a humanidade, e condenado à morte em 15 de dezembro de 1961. Ele foi enforcado a meia-noite do dia 31 de maio de 1962.