A final do Super Bowl 50 foi de Beyoncé


A final do Super Bowl 50 foi de Beyoncé

Foram os Denver Broncos que conquistaram o 50.º Super Bowl, a final da (NFL), mas na ressaca daquele que é provavelmente o maior evento desportivo nos EUA é de Beyoncé que se fala. A cantora norte-americana fez esquecer que os Coldplay e Bruno Mars também lá estiveram com uma atuação que a imprensa aplaudiu. Foi espetáculo e também foi política.

Neste domingo, Beyoncé atuou depois dos britânicos, no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia, e conseguiu ofuscá-los. As críticas são unânimes: a noite foi dela.

No dia anterior à final da NFL, a norte-americana tinha revelado o vídeo para o seu novo single Formation, um tema que nos dá uma Beyoncé orgulhosa da sua cultura negra e, acima de tudo, uma Beyoncé política. A primeira coisa que se ouve no vídeo é alguém a perguntar o que é que se passou em Nova Orleães, ao mesmo tempo que vemos Beyoncé em cima de um carro da polícia que se afunda. Mais para a frente, uma criança enfrenta uma barreira de polícias. Formation surge num momento em que a indústria do espetáculo discute a falta de diversidade cultural.

Foi com este tema que a artista abriu a sua atuação no Super Bowl. Beyoncé aparece no campo, rodeada das suas “black ladies”, com um casaco que em tudo traz recordações de Michael Jackson. De Jackson e dos Pantera Negras. Apesar de ter atuado depois dos Coldplay e de Bruno Mars, a cantora acabou em palco com eles. Antes, ainda teve um pequeno duelo musical com Mars, que já no ano passado tinha atuado no Super Bowl.

A grande final da NFL, que pôs em confronto os Carolina Panthers e os Denver Broncos, arrancou com uma atuação de Lady Gaga.