Os EUA contratou empresas privadas para voarem drones em zonas de guerra


EUA contrata empresas privadas para voarem drones em zonas de guerra

A Força Aérea dos EUA começou a contratar empresas privadas para voarem aviões-robôs sobre o Afeganistão, Iraque e Síria. O movimento sem precedentes é uma resposta às exigências da administração Obama para expandir dramaticamente a guerra com drones no momento em que o Pentágono enfrenta uma escassez crítica de pilotos militares.

Como resultado, os pilotos civis vão participar diretamente nas operações militares, pela primeira vez desde a guerra de drones ter começado há cerca de uma década atrás. De acordo com o Los Angeles Times, a Força Aérea assinou contratos com duas empresas privadas em 2015 para fornecer pilotos suficientes para voarem "patrulhas de combate aéreo" ou vôos de vigilância 24 horas por dia que envolveriam até oito MQ-9. A Força Aérea planeja, eventualmente, expandir sua frota de drones pilotados por empresas privadas pelos próximos quatro anos.

Esta não é a primeira vez que empresas privadas têm desempenhado um papel nas guerras de drones. Empresas como a Booz Allen Hamilton, General Dynamics e SAIC têm por muito tempo contratos para analisar dados de vigilância recolhidos por drones voando sobre zonas de guerra.

Enquanto drones ceifeiros são projetados para transportar vários mísseis Hellfire e Sidewinder, o Pentágono insiste que estes Reapers privados fazem o reconhecimento e não carregam armas, nem os pilotos têm autorização para disparar mísseis.

De acordo com um artigo do Los Angeles Times em separado, a Força Aérea anunciou recentemente planos para expandir radicalmente a sua operação global com drones, adicionando 65 novos Reapers à sua frota, dobrando o número de pilotos, e a construção de novos centros de operações com drones em bases da Força Aérea em todo os EUA o plano deverá custar mais de 3,5 bilhões de dólares, e o serviço terá que obter a aprovação do Congresso antes de realizar a expansão.

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