Extremista judeu é absolvido porque as vítimas 'poderiam ser palestinas'


Extremista judeu é absolvido porque as vítimas 'poderiam ser palestinas'

Um extremista judeu em Israel está sendo colocado em liberdade por uma razão incomum, de acordo com os meios de comunicação israelenses.

O extremista, Benzi Gopstein, atacou dois ativistas de esquerda perto de Hebron em 2008. O incidente foi capturado em vídeo, e Gopstein mais tarde foi indiciado.

No domingo, porém, um juiz israelita absolveu Gopstein das acusações porque os dois ativistas israelenses de esquerda que ele atacou poderiam plausivelmente ter sido palestinos


O advogado de Gopstein havia argumentado que Gopstein pensou que os ativistas fossem palestinos que tentavam invadir um assentamento judaico com intenção violenta.

Gopstein é o líder do grupo de extrema-direita israelita-judaica Lehava, que se opõe radicalmente ao judeus que se casam com cristãos ou muçulmanos. Membros do Lehava são na sua maioria jovens sem educação; eles são conhecidos em Israel por patrulhar as ruas de Jerusalém à procura de casais inter-raciais, e por gritar "morte aos árabes" durante suas marchas.