Soldados mortos na Jordânia trabalhavam com a CIA


Três soldados norte-americanos que morreram na Jordânia em 4 de novembro estavam trabalhando com a CIA para treinar militantes que lutam contra o governo sírio, dizem as autoridades

Três soldados norte-americanos que morreram na Jordânia em 4 de novembro estavam trabalhando com a CIA para treinar militantes que lutam contra o governo sírio, dizem as autoridades.

Os três foram mortos devido a uma "cadeia de acontecimentos infelizes".

Os soldados estavam entre os 2.000 soldados dos EUA mantidos na Jordânia como parte da luta contra os terroristas do Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

Eles foram mortos por um soldado jordaniano, que também foi ferido na troca de tiros.

Segundo fontes do governo da Jordânia, que não quiseram revelar sua identidade, o carro no qual os norte-americanos viajavam desrespeitou a ordem de parar na área de entrada da base aérea Príncipe Faiçal, na região de Al-Jafr, a 250 quilômetros de Amã. Acredita-se que foi neste momento que um soldado jordaniano abriu fogo contra o trio.

O incidente foi marcado como o mais mortífero incidente único envolvendo uma equipe da CIA desde dezembro de 2009, quando sete americanos foram mortos em um atentado suicida em Khost, Afeganistão.

Terroristas do Estado Islâmico, que estavam entre os militantes inicialmente treinados pela CIA na Jordânia em 2012 para desestabilizar o governo sírio, agora controlam partes do Iraque e da Síria. Eles estão envolvidos em crimes contra a humanidade nas áreas sob seu controle.