terça-feira, 26 de agosto de 2014

Michell Hilton

Italiano vai lançar rival do LinkedIn no Brasil!

 Italiano vai lançar rival do LinkedIn no Brasil! Sim ... Egomnia está chegando

Matteo Achilli, de 22 anos, criou o site Egomnia aos 19 para ajudar jovens a encontrar emprego em plena crise econômica!

Leia sobre abaixo: 

A rede profissional é gratuita para os usuários. De maneira semelhante ao LinkedIn, é possível criar um perfil a partir de dados como formação acadêmica, experiência profissional e cursos extracurriculares, como idiomas. O site funciona com base em um algoritmo de busca, uma espécie de "Google para currículos". Após o cadastro, a rede atribui uma nota ao usuário, que determina sua posição no ranking de candidatos a uma vaga de trabalho. Na outra ponta da linha, as empresas acessam o ranking na hora de recrutar funcionários.

Achilli teve ainda que encontrar uma forma de atrair usuários. A saída foi apelar para o famoso boca a boca: ele visitou pessoalmente várias universidades italianas para mostrar o site e pedir apoio aos estudantes. A estratégia deu certo: mais de 15.000 pessoas se cadastraram no primeiro mês. Com a popularidade, as primeiras empresas começaram a contratar usando a plataforma.

A repercussão do serviço nas universidades logo chamou a atenção da imprensa. Em pouco mais de um ano, Achilli foi capa da Panorama, uma das revistas de negócios mais populares na Itália, que o apelidou de "Zuckerberg italiano" — uma referência a Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook. A exposição ofereceu a Achilli a oportunidade de conhecer investidores de vários países.

Falta pouco para a rede social profissional estrear no Brasil. Por aqui, a empresa será liderada pelo Antonio Castiglione, que deixou a Itália há dois anos e sentiu falta de um serviço que o ajudasse a encontrar um emprego no exterior. Com o acordo com Achilli, Castiglione terá 18% de participação no Egomnia Brasil, que vai estrear na metade de outubro.

"Os programadores trabalharam duro para ajustar o algoritmo para o Brasil. Na Itália, as notas nas disciplinas da universidade tem um peso maior na pontuação, mas não são tão relevantes aqui", explica Castiglione. O site também foi traduzido para o português. Agora, Castiglione busca investidores brasileiros para ajudar a estruturar a ferramenta: até o final do ano, pretende contratar os primeiros programadores e abrir o primeiro escritório da rede social fora da Itália.




Comente com o Facebook: