sábado, 27 de dezembro de 2014

Michell Hilton

Vladimir Putin defende Coreia do Norte!

News

Governo do presidente russo Vladimir Putin condenou o filme dos EUA.

O governo da Rússia afirmou compreender a revolta da Coreia do Norte contra o filme americano A Entrevista e classificou a comédia de agressiva e escandalosa. O enredo da produção mostra um complô da CIA para matar o líder norte-coreano Kim Jong-un.

"A ideia do filme é tão agressiva e escandalosa que a reação norte-coreana é totalmente compreensível", declarou o porta-voz da chancelaria russa, Alexander Lukachevich.

"A Rússia está preocupada com uma nova escalada de tensões entre os Estados Unidos e a Coreia Norte" indicou Lukachevich.

"As ameaças americanas de vingança e os pedidos a outros países para condenar a Coreia do Norte nos parecem contraproducentes e perigosos e não fazem mais que elevar as tensões", concluiu.
A Entrevista está em cartaz desde quinta em 300 cinemas independentes dos Estados Unidos e está disponível em plataformas digitais como Google Play, YouTube Movies e Xbox Vídeo, apesar da estreia ter sido cancelada após o ciberataque sofrido pela produtora do filme, Sony Pictures.
Washington acusou a Coreia do Norte de estar por trás de um ciberataque no final de novembro contra a Sony Pictures, produtora do filme.

Pyongyang, por sua vez, sofreu esta semana a interrupção de várias horas em sua internet. Os Estados Unidos não confirmaram ou desmentiram responsabilidade no incidente.

Um grupo chamado "Guardians of Peace" ("Guardiães da Paz"), responsável pelo ciberataque de 24 de novembro, advertiu que semearia o terror nos cinemas que exibissem o longa, que satiriza o ditador norte-coreano Kim Jong-un.

Ontem, o governo da China pediu calma aos Estados Unidos e à Coreia do Norte sobre o tema. "Esse filme é controvertido. Esperamos que todas as partes envolvidas se controlem, mantenham a calma e tratem este importante assunto de forma adequada", disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying.

"A situação na península de Coreia é estável, mas ao mesmo tempo frágil", disse.




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