sábado, 18 de abril de 2015

Esquema de corrupção envolvem diretamente governo Beto Richa!


Esquema de corrupção envolvem diretamente governo Beto Richa!

Paraná quer explicações sobre esquema de corrupção no governo Beto Richa. Investigações da Lava Jato colocam governo Beto Richa na lama!

O envolvimento do governo Richa em mais esse escândalo da Lava Jato dá força para a instalação da CPI da Corrupção na Assembleia Legislativa.

"Primo de Richa é investigado. Empresa investigada pelo MP prestou serviço em campanhas de Beto Richa."

Uma empresa investigada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) recebeu mais de R$ 1 milhão em campanhas do governador Beto Richa (PSDB), em 2010 e 2014.

Conforme o MP-PR, a KLM tem suposta participação em um caso de corrupção na Receita Estadual, em Londrina, no norte do estado, e em um esquema que fraudou uma licitação do Departamento de Transportes (Deto) do Governo do Estado.

De acordo com documentos apresentados pelo comitê financeiro de campanha do então candidato a governador do Paraná Beto Richa, PSDB, a empresa KLM recebeu, em setembro de 2012, R$ 562 mil pela locação e cessão de bens móveis.

A parceria se repetiu na campanha para reeleição do governador, em 2014, quando a KLM recebeu R$ 646 mil por publicidade em carros de som.

Conforme a promotoria, a KLM produz equipamentos de som e está registrada em nome de Kouthar Abi Antoun, filho de Luiz Abi Antoun, parente de Beto Richa.

De acordo com o MP-PR, a KLM bancou a abertura da Oficina Providence Auto Center, de Cambé, no norte do estado. Conforme investigações da promotoria, a oficina foi usada em um esquema de fraude em uma licitação do Departamento de Transportes (Deto) do Governo do Estado. O contrato fraudado era de R$ 1,5 milhão, e foi suspenso pela Justiça por causa das investigações.

Um empresário aparece em documentos como o dono da Providece. Porém, para o Ministério Público, ele servia apenas de “laranja” no esquema, e que a empresa era de Luiz Abi Antoun. Conforme a promotoria, o parente do governador injetou, entre março de 2013 e fevereiro de 2015, R$ 423 mil na Providence.

O círculo próximo ao Palácio Iguaçu já enfrenta devassa do Gaeco, braço policial do Ministério Público do Paraná, que aponta crimes de agentes públicos em três frentes: pedofilia, propina da Receita Estadual e fraudes em licitações do governo do estado.


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