17/02/2017

A vida discreta de Kim Jong-nam não o protegeu do destino


Suspeita de matar Kim Jong-nam achou que estava em programa de TV

Uma das suspeitas de participar do assassinato de Kim Jong-nam, meio-irmão do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pensou estar trabalhando em uma pegadinha de TV quando, supostamente, envenenou o homem. Siti Aisyah disse às autoridades que foi paga para participar do acreditava ser uma brincadeira, informou o chefe de polícia da Indonésia, Tito Karnavian.

Kim Jong-nam, de 46 anos, vivia há anos no exílio e morreu na última segunda-feira, na Malásia. Meios de comunicação locais informaram que um líquido foi lançado contra o seu rosto com ajuda de um spray, na praça de alimentação do aeroporto de Kuala Lampur.

De acordo com Fadzil Ahmat, chefe da polícia criminal da Malásia, Kim Jong-nam disse “que alguém havia agarrado sua cabeça por trás e jogado um líquido em seu rosto”. “Ele pediu ajuda e imediatamente foi enviado à clínica do aeroporto”, explicou o policial ao jornal The Star. “Na clínica ele sofreu um ataque cardíaco. Foi colocado em uma ambulância e quando estava a caminho do hospital, morreu”, relatou. 


Se você gosta dos relatórios de MichellHilton.com, deixe (seu e-mail aqui) para se inscrever no meu boletim informativo semanal.