domingo, 15 de outubro de 2017

A guerra contra a pobreza na China está longe do fim


A China intensifica a guerra contra a pobreza, embora alguns ainda estejam sendo deixados para trás.

A China intensifica a guerra contra a pobreza, embora alguns ainda estejam sendo deixados para trás.

Wang Qin, de 59 anos, recolhe sucata em um distrito residencial demolido nos arredores de Pequim, trabalhando 15 horas por dia e lutando sozinho para pagar a educação da neta.

Ela se preocupa de que sua própria casa, uma pequena barraca construída ilegalmente, onde ela mora com sua neta e marido doente mental, também pode ser retirada pelas autoridades locais.

A família vive com 1.500 yuan (717 reais) por mês, Wang faz a venda de toda a sucata e não recebe assistência do governo de Pequim.

Como migrantes de outra província, a família não é reconhecida como residentes da capital, apesar de viverem lá desde 2014. Como não está registrada em Pequim, Wang tem que pagar mais por coisas como escola e assistência médica - uma dificuldade para migrantes nas cidades, onde os custos, como a habitação, também são muito maiores do que no campo.

A situação de Wang é comum entre milhões de migrantes pobres nas grandes cidades da China, bem como nas áreas rurais, mostrando os desafios da campanha do governo para erradicar a pobreza extrema até 2020.


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