quarta-feira, 14 de março de 2018

Gina Haspel e seu passado sombrio na CIA

Gina Haspel

Gina Haspel, agente veterana da CIA escolhida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para comandar a agência de espionagem do país, é uma figura polêmica, apoiada por muitos da comunidade de inteligência dos EUA mas vista com desconfiança por alguns congressistas por seu envolvimento com centros de detenção clandestinos da CIA.

MANCHETE SOBRE O ASSUNTO: Gina foi designada como nova diretora da CIA

Ela se juntou à CIA em 1985 e ganhou "extensa experiência no exterior", inclusive como chefe de estação, de acordo com a agência.

Haspel foi criticada por seu alegado papel na tortura de suspeitos de terrorismo após os ataques de 11 de setembro de 2001.

No ano passado, Michael Hayden, ex-diretor da CIA, disse que "respondeu com dignidade, profissionalismo e honra a tudo o que a agência e o país pediram para ela fazer".

Os críticos não têm tanta certeza. No ano passado, a mídia norte-americana informou que Haspel dirigiu um centro de detenção da CIA na Tailândia, onde os terroristas suspeitos eram torturados em 2002.

Eles também relataram que ela estava envolvida na destruição das gravações dos interrogatórios em 2005. Seu chefe na época, José Rodriguez, teria escrito que Gina Haspel havia redigido o memorando que ele enviou autorizando a destruição.