sábado, 3 de novembro de 2018

BlackRock não cortará relações com a Arábia Saudita

O CEO da BlackRock, Larry Fink, explicou por que sua sua empresa não cortaria relações com a Arábia Saudita por conta do caso Khashoggi.

Empresas de investimento como a BlackRock estão se expandindo na Arábia Saudita, atraídas por um programa de privatização e reformas no mercado financeiro do país. Fink agora prevê que “algumas empresas podem não fazer negócios no reino, mas em muitos casos algumas empresas nunca tiveram negócios” lá. A BlackRock estabeleceu uma história, e Fink diz acreditar que a empresa "estará lá por muitos anos no futuro".

Sua posição sobre o assunto é crucial para o mundo corporativo mais amplo, e não apenas por causa dos 6 trilhões de dólares em ativos que a BlackRock administra. Sua abordagem, como a do CEO da Siemens, Joe Kaeser, sirva de modelo para os líderes empresariais que estão presos entre a pressão pública para se posicionarem contra a Arábia Saudita.