sábado, 1 de dezembro de 2018

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Pitágoras foi a figura histórica que teve a vida mais estranha

Escola de Pitágoras

Pitágoras criou um movimento religioso que mesclou a doutrina órfica com as crenças indianas e persas. Para promover sua meta de regeneração moral da sociedade, Pitágoras fundou uma irmandade celibatária que, despojada de suas dimensões econômicas e políticas, sobreviveu durante séculos como um culto religioso. Para os pitagóricos, a matemática era uma experiência religiosa e algumas equações eram segredos divinos, impróprios para exibição pública.

Vários relatos diferentes sobre os pitagóricos chegaram até nós desde a antiguidade. Platão e Aristóteles fazem referência aos pitagóricos em seus escritos filosóficos. No entanto, as principais fontes de suas informações biográficas são Diógenes Laércio, Jâmblico e Porfírio. Ainda assim, a verdadeira natureza do "culto de Pitágoras" permanece envolta em mistério.

Os pitagóricos tinham números sagrados. 7 era o número da sabedoria, 8 era o número da justiça e 10 era o número mais sagrado de todos. Cada parte da matemática era sagrada. Quando eles resolviam um novo teorema matemático, eles davam graças aos deuses sacrificando um boi.

Seguidores de Pitágoras tinham uma oração fixa que eles usavam para adorar o número 10. “Abençoe-nos, número divino, tu que geraste deuses e homens!”

Os pitagóricos prestaram muita atenção à ideia de harmonias. Eles concluíram que a harmonia era um equilíbrio de opostos. Os mais importantes desses opostos foram as ideias do limitado e do ilimitado, eles foram representados por números ímpares e pares, respectivamente.

Seguidores de Pitágoras acreditavam em sua divindade. Eles o chamavam de “o divino Pitágoras” e diziam às pessoas que ele era o filho de um deus - geralmente Hermes ou Apolo.

Alguns acreditavam que Pitágoras tinha superpoderes. Seus seguidores disseram que ele poderia domar águias e ursos acariciando-os.

Uma das maiores lendas sobre ele era que ele tinha uma coxa de ouro. Quando alguém duvidou de sua divindade, foi dito que Pitágoras lhes mostraria sua coxa cintilante e ganharia um novo convertido.

Os pitagóricos acreditavam na transmigração das almas humanas para os corpos dos animais.

O próprio misticismo, silêncio e falta de documentação a que aderiram Pitágoras e seus discípulos, provou ser sua ruína.