sábado, 27 de março de 2021

Michell Hilton

Vamos falar de "Six Days in Fallujah"

Vamos falar de "Six Days in Fallujah"

Ambientes destrutíveis são uma mecânica popular em videogames. Six Days in Fallujah tem sido alardeado como tendo uma versão muito realista desse ambiente militar destrutivo e empolgante.

De acordo com os criadores de Six Days in Fallujah, a ideia do jogo veio de um fuzileiro naval que realmente serviu em Fallujah. 'Quando eles voltaram de Fallujah, eles nos pediram para criar um videogame sobre suas experiências lá, e parecia a coisa certa a fazer', disse Peter Tamte, CEO da Victura Games.

O que torna tudo isso ainda mais suculento é a justificativa da perspectiva do jogo que os criadores do jogo apresentaram em entrevistas, com Peter Tamte dizendo que eles 'não estão tentando fazer um comentário político sobre se a guerra em si ou não foi uma boa ou má ideia'. A invasão do Iraque não precisa de ninguém para fazer um 'comentário' sobre se foi uma boa ou má ideia.

Os laços entre os militares e a indústria de videogames não são novos, é claro. Em 2002, as Forças Armadas dos EUA desenvolveram e lançaram um jogo chamado America's Army, que buscava dar aos jogadores um gostinho higiênico de como é ser um soldado.

A guerra do Iraque não foi nada legal, mas parece que isso serviu de incentivo para desenvolvedores de jogos fazerem pilhas de dinheiro.