26 de setembro de 2019

18 de setembro de 2019

27 de agosto de 2019

Michell Hilton

A Philip Morris está em processo de negociação para se unir à Altria.

A Philip Morris International (PMI), uma das maiores fabricantes de tabaco do mundo, está em processo de negociação para se unir à Altria, que também vende a morte em forma de cigarros. O negócio resultaria numa gigante da morte avaliada em mais de 200 bilhões de dólares.

“Não há garantia de que qualquer acordo ou negócio resultará dessas discussões”, diz uma nota da Philip Morris.

As empresas se separaram há mais de uma década, cedendo à pressão de investidores norte-americanos que queriam dividendos mais altos e mais recompras de ações.

A transação daria à Philip Morris cerca de 58 por cento da nova empresa, com a Altria mantendo o restante, segundo a Bloomberg.

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3 de junho de 2019

Michell Hilton

A Altria está investindo 372 milhões de dólares para adquirir 80 por cento dos negócios globais da empresa suíça de tabaco Burger Sohne.

A Altria está investindo 372 milhões de dólares para adquirir 80 por cento dos negócios globais da empresa suíça de tabaco Burger Sohne, que fabrica um produto tão nefasto quanto o cigarro chamado ON!.

O negócio marca a mais recente tentativa da Altria de diversificar-se à medida que o seu negócio de cigarros encolhe. A Altria já está investindo na maconha através da Cronos e assumiu uma participação na empresa líder de mercado de e-cigarros JUUL. Em breve começará a vender iQOS através de um acordo com a Philip Morris International.

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10 de janeiro de 2019

Há 25 anos atrás, executivos da Philip Morris e de outras seis empresas americanas de cigarros declararam perante o Congresso dos EUA que a nicotina não era viciante.


No final de dezembro de 2018, um conglomerado da Virgínia, que se chama Altria, comprou uma participação de 35 por cento em uma startup de São Francisco, a JUUL Labs, por quase 13 bilhões de dólares. A JUUL é uma fabricante de cigarros eletrônicos e diz que seu objetivo é ajudar adultos a pararem de fumar. Altria é a versão renomeada da Philip Morris, cujo objetivo da diretiva corporativa é conseguir que os adultos continuem fumando. JUUL diz que sua popularidade selvagem entre os adolescentes é um acidente infeliz. Philip Morris escreveu uma vez um memorando interno que dizia: "O adolescente de hoje é o potencial cliente regular de amanhã".

NOTA: A nicotina é altamente viciante.

Fonte: The Ringer

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19 de dezembro de 2018

A Altria está se aproximando de um acordo para comprar mais de um terço da JUUL Labs, uma empresa de cigarros eletrônicos, segundo relatório da Reuters.

O acordo valorizaria a JUUL em 38 bilhões de dólares.

As empresas convencionais de tabaco estão preocupadas com a queda das vendas e com a crescente hostilidade regulatória. Em outras palavras, a letra na parede indica que o futuro do tabaco está no vapor - não na fumaça. As empresas convencionais de tabaco seriam incrivelmente tolas de não pular aos poucos nesse mercado.

Fonte: Reuters

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17 de dezembro de 2018

Michell Hilton

A Philip Morris International, a RJ Reynolds Tobacco, a Lorillard (não existe mais) e a Altria projetaram e projetam intencionalmente cigarros para torná-los mais viciantes.

A Philip Morris International, a RJ Reynolds Tobacco, a Lorillard (não existe mais) e a Altria projetaram e projetam intencionalmente cigarros para torná-los mais viciantes.

Essas empresas altamente nocivas controlam o impacto e a entrega da nicotina de várias maneiras, incluindo a criação de filtros e a seleção de papel para maximizar a ingestão de nicotina, adição de amônia para tornar o gosto menos agressivo, controle da composição física e química da mistura de tabaco vendido por elas.

VEJA TAMBÉM: Altria e JUUL fazem uma parceria macabra

Quando você fuma os cigarros dessas empresas, a nicotina, que é a droga viciante do tabaco, na verdade muda seu cérebro - é por isso que parar de fumar é tão difícil.

As empresas projetaram cigarros com nicotina suficiente para viciar você.

Muitos fumantes mudam para cigarros com baixo teor de alcatrão, em vez de desistirem porque acham que o baixo teor de alcatrão são menos prejudiciais. Eles não são.

Os fumantes de cigarros com "baixo teor de alcatrão" inalam essencialmente a mesma quantidade de alcatrão e nicotina que os cigarros comuns.

Todos os cigarros causam câncer, doenças pulmonares, ataques cardíacos e morte prematura. Não há cigarro seguro ou menos nocivo.

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14 de dezembro de 2018

Michell Hilton

A indústria do tabaco começa a apostar no florescente mercado da maconha.

A indústria do tabaco começa a apostar no florescente mercado da maconha. O grupo Altria, que entre suas marcas mais populares controla os cigarros Marlboro, começa a ocupar o terreno ao comprar ações da canadense Cronos, fabricante legal de maconha.

A empresa matriz da Philip Morris levará à Cronos sua experiência de comercialização do tabaco, um fator que pode ser importante quando, num futuro não tão longínquo, a comercialização da maconha começar a ser padronizada em escala global.

VEJA TAMBÉM: Por que os cigarros Marlboro são tão populares?

Se você realmente estudar a história do tabaco (e da maconha também), verá que o tabaco foi algo que herdamos dos índios e que era considerado medicinal. Ninguém entendia que havia algo de errado em usar o tabaco ou fumar um "baseado".

Foi entre 1930 e 1940 que surgiram questões de saúde relacionadas ao cigarro.

Fonte: El País

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