29 de outubro de 2019

28 de outubro de 2019

Michell Hilton

Banco BMG estreou na B3 empurrando units "goela abaixo" dos investidores.

O banco mineiro BMG e a varejista C&A estreiam na B3 nesta segunda.

No entanto, o IPO do banco entregou somente units para os investidores. Cada unit BMGB11 será composta por 1 preferencial BMGB4 e 3 recibos de subscrição. Cada recibo dará direito a receber 1 ação preferencial após aumento de capital pedido pelo BMG ao Banco Central.


No primeiro dia de negociações, os papéis da C&A avançam, com os do banco mineiro perto da instabilidade, segundo o Investing.com.

O IPO da C&A movimentou um total de 1,627 bilhão de reais.

Compartilhe:

22 de outubro de 2019

Michell Hilton

O IPO do BMG pode movimentar até 1,5 bilhão de reais.

De acordo com o BMG, um banco que explora idosos e pensionistas desde 1930, existem 3,8 milhões de clientes e 4 milhões de cartões de crédito consignados ativos. Além disso, o BMG possui, aproximadamente, 2 mil correspondentes bancários, 19 agências e 620 lojas com a merca “Help! Loja de Crédito” (uma armadilha a mais para atrair idosos e pensionistas).

O IPO do BMG pode movimentar até 1,5 bilhão de reais.


Serão 103,45 milhões de novas ações preferenciais na oferta base, que se somam às 16,49 milhões que o fundador do BMG irá vender.

Não serão ofertadas ações ordinárias, que dão direito a voto. O controle continuará nas mãos da família Pentagna Guimarães.

O banco definiu a faixa indicativa de preços da oferta de 11,60 a 13,40 reais. Em 2018, a faixa foi de 11,00 a 14,00 reais por ação.

A maior receita do banco provém de empréstimos consignados para idosos (que pegam esses empréstimos empurrados goela abaixo).

Compartilhe:

19 de outubro de 2019

Michell Hilton

Nord Research, Capital Research, Suno Research e a Levante Investimentos não recomendam o IPO do BMG.

A Nord Research tem dúvidas quanto ao potencial da diversificação de receitas do BMG a partir da criação de um banco digital. O BMG é “banco de crédito consignado que quer se vender como banco digital”, de acordo com o analista Bruce Barbosa em texto publicado pelo Investing.com, no qual ele não apenas recomenda a não participação, mas que os investidores fujam deste IPO como se estivessem fugindo da morte.

A Nord ainda chama a atenção para o chamado “risco Lava Jato”, lembrando que o banco BMG teve problemas jurídicos por dois empréstimos concedidos à agência de Marcos Valério.

Além disso, a Capital Research, Suno Research e a Levante Investimentos também não recomendam entrar no IPO do banco BMG.

Ou seja, é como pular no mar sem saber nadar.

Continue lendo a análise completa no Investing.com.

Compartilhe: