sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Xi Jinping é o mais poderoso do mundo

O presidente da China, Xi Jinping, é atualmente o homem mais poderoso do mundo, e isso é motivo de preocupação, segundo a revista The Economist.

O presidente da China, Xi Jinping, é atualmente o homem mais poderoso do mundo, e isso é motivo de preocupação, segundo a revista The Economist.

Se você já leu a história chinesa, você entenderá o que é preciso para executar um país tão grande. Atrás da majestade de um intervalo de cinco mil anos, qualquer grandeza é imersa em suor, sangue, lágrimas e alma. A política é uma batalha eterna, onde apenas os indivíduos mais tenazes, capazes e sofisticados chegam ao último e passam à história em eterna honra. A população chinesa é uma audiência difícil. Os historiadores chineses são críticos afiados. Xi é parte de tudo isso.

No entanto, seu controle sobre a China é maior do que qualquer líder desde Mao.

Alguns fatos interessantes sobre o presidente chinês Xi Jinping:

O pai de Xi Jinping, Xi Zhongxun, lutou ao lado do presidente Mao na revolução que levou o partido ao poder em 1949.

Ele é casado com uma cantora premiada. Peng Liyuan.

Ele é o primeiro líder nacional com um doutorado.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Luke Leitch, escrevendo para The Economist sobre Trump

Luke Leitch, escrevendo para The Economist sobre Trump - MichellHilton.com

O impacto potencial do candidato republicano na eleição presidencial norte-americana sobre a paz mundial, o comércio global e democracia na América têm sido exaustivamente coberto. Menos discutido é a sombra escura que Donald Trump lança sobre o mundo da moda, mas para aqueles de nós que vivem sob ele, ele se agiganta. Porque eu não estou sozinho em suspeitar que Trump vai entrar para a história da moda como o homem que matou o terno do negócio.

https://www.1843magazine.com/style/last-trump-for-the-suit

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quarta-feira, 23 de março de 2016

"The Economist" diz que Dilma "se tornou inapta" para o exercício do cargo

"The Economist" diz que Dilma "se tornou inapta" para o exercício do cargo

Ao nomear Lula para a Casa Civil, Dilma "colocou os limitados interesses de sua tribo política acima do Estado de Direito" e "se tornou inapta" para o exercício do cargo, diz a revista britânica "The Economist".

A revista britânica The Economist publicou nesta quarta-feira (23/03) em seu portal na internet um editorial pedindo a renúncia da presidente Dilma Rousseff.

Com o título Time to go (hora de ir), o texto afirma que o Brasil atravessa sua pior recessão desde 1930, em grande parte devido a erros cometidos durante o primeiro mandato da presidente. "Suas fraquezas políticas deixaram seu governo quase sem forças frente ao desemprego em alta e à queda da qualidade de vida", escreve a publicação.

No editorial, que também será publicado na edição desta semana da revista, a Economist escreve que Dilma, até agora, podia alegar que a legitimidade de sua reeleição em 2014 estava intacta e que nenhuma das alegações contra ela justificaria um impeachment. Entretanto, diz a publicação, ela removeu esse "manto da credibilidade" ao nomear o ex-presidente Lula para a Casa Civil.

Para a revista, Dilma entendeu que esta seria uma nomeação inteligente, uma vez que Lula é um articulador político muito habilidoso, que poderia "ajudar a presidente a sobreviver à tentativa do Congresso de impedir seu mandato e, quem sabe, até mesmo ajudar a estabilizar a economia".

A revista, porém, lembra que a decisão protegeria o ex-presidente, uma vez que, como ministro, ele apenas poderia ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal, livrando-se assim das mãos do juiz Sérgio Moro.

No artigo, a Economist afirma que há muito defende que o destino da presidente deve ser decidido pelo Poder Judiciário ou pelos próprios eleitores, e não por "políticos que servem a seus próprios propósitos ao tentar impedi-la".

A Economist aponta três formas de remover Dilma que se sustentam "sobre fundamentos legítimos". A primeira seria comprovar que ela de fato obstruiu as investigações sobre o escândalo de corrupção na Petrobras. Para tal, as denúncias do senador Delcídio do Amaral poderiam formar a base de um pedido de impeachment, mas, até agora, não foram comprovadas.

A segunda opção seria uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral de convocar novas eleições presidenciais, o que, segundo a revista, poderia ser feito caso fosse provado que a campanha da reeleição de Dilma foi financiada com propinas canalizadas por executivos da Petrobras. Essa investigação, porém, será demorada.

A terceira opção – melhor e mais rápida, segundo a revista – seria Dilma renunciar antes de ser removida do poder. A publicação concorda, porém, que isso não resolveria os inúmeros problemas do Brasil, já que o PMDB do vice-presidente Michel Temer está, assim como o PT, "profundamente enredado no escândalo da Petrobras". Assim, a renúncia de Dilma seria apenas "o primeiro passo" para o Brasil.

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domingo, 26 de outubro de 2014

Economist e CNN fala sobre o desejo de mudança dos brasileiros!

Depois da capa da britânica The Economist, bíblia do big business global, agora é a CNN, maior rede internacional de notícias, que fala sobre o desejo de mudança dos brasileiros nas eleições de domingo. 

Economist e CNN fala sobre o desejo de mudança dos brasileiros!

Em reportagem intitulada Por que o Brasil quer Dilma fora do poder (Why Brazil wants ‘Dilma out’ of Power), publicada hoje em seu site, na seção iReport, a CNN diz que “os brasileiros estão tomando conta das ruas novamente, desta vez para pedir que os eleitores não votem na presidente Dilma Rousseff”.

Segundo o texto da reportagem, compartilhado por um de seus leitores, Dilma e sua equipe econômica são responsabilizadas pelo resultado pífio da economia em seu governo, pelo intervencionismo excessivo nos negócios e pela alta da inflação. O texto realça o escândalo da Petrobras, que envolve acusações de desvio de recursos para financiamento da campanha eleitoral do PT.

A reportagem destaca também a suspeita que paira sobre Dilma de manipulação de estatísticas oficiais e cita como exemplo a saída de um economista do IPEA (Instituto de Pesquisa de Economia Aplicada), ligado ao governo federal, por ter sido impedido de atualizar indicadores sociais desfavoráveis. Fala também do recente imbróglio ocorrido no IBGE, que quase provocou a saída de sua presidente, Wasmália Bivar. “Manifestantes tomaram ontem as ruas de sete grandes cidades brasileiras”, diz o texto. “Milhares de cidadãos estão mostrando seu apoio ao candidato de oposição Aécio Neves, do partido social democrata de centro-direita.”

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