segunda-feira, 2 de setembro de 2019

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Android e Windows também estavam sujeitos a hacks

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Android e Windows também foram alvos de uma campanha que tentava infectar iPhones da minoria étnica uigur na China, de acordo com a Forbes. Essa comunidade há muito tempo é alvo do governo chinês, em particular na região de Xinjiang, onde a vigilância é generalizada.

Uma campanha orquestrada por hackers, que tinha como alvo iPhones, foi detalhada por pesquisadores de segurança do Google.

Você pode ler a coisa toda no blog do Project Zero.

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sexta-feira, 29 de março de 2019

Forbes tem um artigo um tanto enganoso sobre o PIF

(Forbes) - Na quarta-feira (27), a Saudi Aramco anunciou que chegou a um acordo para adquirir a petroquímica SABIC por 69,1 bilhões de dólares. O acordo está sendo apontado como uma conquista e, possivelmente, um passo em direção a uma oferta pública inicial da Aramco, há muito esperada, mas deve ser vista como um sinal sinistro pelos investidores que analisam as oportunidades da Arábia Saudita.

O anúncio deixou claro que a Aramco comprou apenas os 70 por cento que pertenciam ao Fundo de Investimento Público (PIF) - o fundo soberano do governo. 

Quando o PIF e o governo estão envolvidos, eles sempre sairão melhores de qualquer negócio, e seus parceiros de investimento não, segundo o artigo.

O PIF é o braço de investimento do príncipe herdeiro, o que significa que tem o poder do rei por trás dele. A Arábia Saudita é governada por um monarca absoluto, o que significa que se o rei ou seu filho, o príncipe herdeiro, quiser algo, eles podem tê-lo. Quando um empreendedor procura competir com os planos do PIF, não há como vencer.

Bom, o artigo é enganoso e clickbait na melhor das hipóteses, errado na pior das hipóteses.

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terça-feira, 24 de julho de 2018

Forbes exclui artigo sobre a extinção das bibliotecas

Forbes excluiu um artigo de opinião, que estava profundamente mal intencionado, sobre como a Amazon deveria substituir as bibliotecas para economizar dinheiro dos contribuintes americanos.

Isso soa como um artigo patrocinado (pela Amazon).

"Forbes defende um diálogo espirituoso sobre uma série de tópicos, incluindo aqueles que geralmente adotam uma visão contrária", disse um porta-voz da Forbes. “As bibliotecas desempenham um papel importante em nossa sociedade. Este artigo estava fora da área específica de conhecimento deste colaborador e, desde então, foi removido”, acrescentou.

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quinta-feira, 12 de julho de 2018

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

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Putin é homem mais poderoso do mundo, diz Forbes

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi eleito pelo quarto ano consecutivo, o homem mais poderoso do mundo pela revista "Forbes"

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi eleito pelo quarto ano consecutivo, o homem mais poderoso do mundo pela revista "Forbes". O mandatário ficou à frente do presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, e da chanceler alemã Angela Merkel. A lista com os 74 nomes que podem "mudar" o mundo, foi divulgada pela revista de negócios nesta quarta-feira (14).

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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A fortuna de Fidel Castro, segundo a Forbes

Na última década, o ex-ditador cubano Fidel Castro colheu uma fortuna que o levou a estar entre os dez líderes mundiais mais ricos no mundo, segundo a revista Forbes.

De acordo com a publicação, a fortuna de Fidel Castro chegou a atingir 900 milhões. Esse número foi registrado em 2012.

A origem desse dinheiro vem de uma "rede de empresas estatais", entre os quais inclui o Palácio de Convenções, Climex, lojas de varejo e Medicuba, que vende vacinas e outros produtos farmacêuticos produzidos na ilha.

Quando a Forbes publicou a lista, o regime de Castro reagiu à publicação a que ele considerava como uma "desgraça".

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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Jack Ma ainda é o segundo mais rico da China

Jack Ma ainda é um dos mais ricos da China - e agora ele é 6 bilhões de dólares mais do que no ano passado.

Forbes atualizou sua lista dos mais ricos da China, mostrando que duas pessoas se mantém inalteradas desde o ano passado. O homem do setor imobiliário Wang Jianlin continua a ser o mais rico graças ao seu Grupo Wanda, com o co-fundador e presidente do Alibaba Jack Ma não muito atrás, permanecendo em sua posição como o mais rico na área da tecnologia.

Jack Ma - 28,2 bilhões de dólares

Acima dos 21,8 bilhões no ano passado

2º lugar na China

O patrimônio líquido da Jack Ma subiu mais de 6 bilhões de dólares nos últimos 12 meses, revelou os dados da Forbes. Isso é devido principalmente à aceleração do preço das ações do Alibaba, que - apesar de algumas guinadas - está acima das expectativas.

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quarta-feira, 25 de maio de 2016

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Gawker deve ter feito muitos inimigos ao longo dos últimos anos

Gawker deve ter feito ao longo dos últimos anos

Oh não, veja, eles citaram o New York Times, que citou Forbes, que cita Gawker. É tudo de bom!

Não é surpreendente quando você pensa em quantos inimigos Gawker deve ter feito ao longo dos últimos anos.

Mirell & Abrams LLP, o mais duro advogado de Hollywood conhecido por ter clientes como George Clooney, Julia Roberts e uma série de outras celebridades. Ele também está representando outras pessoas com ações contra Gawker, incluindo um caso de difamação em nome de Shiva Ayydurai em Boston que foi arquivado no início deste mês. 

Sim e qual é o problema? Agora, é muito mais doce ver Gawker desintegrar-se lentamente sob a sua breve e longa dívida incapacitante, e a percepção de que eles não tem mais a proteção contra processos de difamação que se pensava ter.

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Vladimir Putin lidera lista de poderosos da Forbes

Vladimir Putin volta a ocupar a primeira posição do ranking dos mais poderosos do mundo divulgado pela revista Forbes, pelo segundo ano consecutivo.

O russo aparece à frente de Barack Obama.

A Forbes lembra que Obama se encaminha para a reta final de seu governo abalado tanto pela crise do Ebola como pelo surgimento do Estado Islâmico, “que ameaça minar todos os ganhos de 9 anos de guerra no Iraque que custaram a vida de 4.500 americanos”. “Uma palavra resume seu segundo lugar no ranking: cautela. Ele tem o poder, mas tem sido cauteloso demais para exercê-lo plenamente”, define a revista. Nesta terça, outra má notícia para o presidente americano, que terá pela frente mais dois anos de mandato sem maioria em nenhuma das Casas do Congresso depois que os republicanos passaram à frente no Senado.

Enquanto isso, a Rússia de Putin “parece cada vez mais um Estado nuclear nocivo, rico em energia, que tem um chefe incontestável, imprevisível e irresponsável que não se constrange com a opinião mundial ao perseguir seus objetivos”

As cinco primeiras posições ficaram inalteradas, com o presidente da China, Xi Jinping, em terceiro lugar, o papa Francisco em quarto e a chanceler alemã Angela Merkel na quinta colocação.

A presidente Dilma Rousseff aparece na 31ª posição, à frente do bilionário Rupert Murdoch e da chefe do FMI, Christine Lagarde. Dilma, no entanto, sofreu uma queda significativa: na lista anterior, ocupava o 20º lugar do ranking. No perfil de Dilma, a publicação lembra que ela precisou disputar um segundo turno para garantir mais um mandato e cita a controvérsia sobre os gastos com a Copa do Mundo e a recessão como fatores que “impactaram a popularidade da líder da sétima maior economia do mundo”. O texto menciona ainda o encontro com o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante a Copa, como uma “tentativa de reparar o relacionamento que azedou com as informações sobre a espionagem da NSA no ano passado”.

Estado Islâmico – Entre os 72 nomes do ranking, um deles é no mínimo controverso: Abu Bakr al-Baghdadi, chefe do grupo terrorista Estado Islâmico. “Como autoproclamado califa de um amplo estado pan-islâmico em grande parte teórico, Baghdadi parece ser o mais fraco novo membro da nossa lista de mais poderosos – especialmente se você julgar sua provável expectativa de vida”, descreve a revista.

“Mas, em um extremamente curto período de tempo, os combatentes do EI tomaram porções significativas do leste da Síria e do Oeste do Iraque, atraindo a atenção do planeta com uma série de decapitações bárbaras e conseguindo grandes quantidades de dinheiro, principalmente por meio de venda de petróleo no mercado negro”. “Ele chamou nossa atenção e também das pessoas que estão no topo da lista”, conclui a justificativa da Forbes.

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, aparece em 49º lugar, com destaque para sua “autoridade absoluta sobre um ‘reino eremita’ enferrujado de 25 milhões de habitantes”. O texto relembra o sumiço do ditador por seis semanas, levantando rumores sobre sua saúde e sobre possíveis disputas de poder, e seu ressurgimento em outubro, junto com relatos sobre o expurgo de seis altos integrantes do regime.

Critérios – A revista considera quatro fatores para selecionar os poderosos: sobre quantas pessoas exercem poder; os recursos financeiros sob seu controle; se têm influência em mais de uma esfera; e como utilizam seu poder para mudar o mundo.

São destaque entre os estreantes o novo primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi (15º lugar), o marechal Abdel Fattah Sisi, que liderou o golpe no Egito e depois foi eleito presidente do país (51ª colocação), e o dono da companhia Alibaba e homem mais rico da China, Jack Ma (30º).

Os Estados Unidos são o país com mais nomes na lista (26), mas a Forbes também destaca a presença de dezenove pessoas da região da Ásia-Pacífico, incluindo seis empresários.

O ranking deste ano tem o mesmo número de mulheres que em 2013 (nove), que representam apenas 12% das pessoas mais poderosas do mundo. O percentual marca um grande contraste, já que as mulheres correspondem a 50% da população mundial. Em 2009, a lista da Forbes tinha somente três mulheres.

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

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Forbes lista cinco motivos para o Brasil não reeleger Dilma Rousseff

Revista americana publica em seu site texto de colunista em que afirma que má gestão da presidente coloca em risco avanços econômicos e sociais do país

Forbes lista cinco motivos para o Brasil não reeleger Dilma Rousseff

A revista americana Forbes divulgou em seu site uma lista com cinco razões pelas quais acredita que os eleitores brasileiros não deveriam reeleger a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT). Em texto que elenca os avanços econômicos e sociais no Brasil ao longo dos últimos vinte anos – transformações que tiveram início, lembra a revista, no governo de Fernando Henrique Cardozo –, a Forbes afirma: sob o comando de Dilma, o país passou da expansão para a melancolia.

O Brasil não cresceu tanto quanto poderia - e deveria - sob seu governo

É a primeira vez em cinco anos que o Brasil registra retração da economia, lembra o colunista. Em 2010, o país cresceu 7,5%, compara a publicação. "Embora Dilma diga que a performance fraca da economia seja fruto da crise internacional, os números a provam errada", diz o texto. “Até o fim de seu mandato, o crescimento do país deve ser dois pontos porcentuais menor do que a média da América Latina entre 2010 e 2014. Pela primeira vez em 20 anos os vizinhos do Brasil deixam o país comendo poeira".

A maior empresa estatal do país é seriamente prejudicada

A Petrobras está sob investigação por abrigar "dentro de suas paredes" um esquema de corrupção multimilionário, lembra o colunista. “As finanças da Petrobras sob administração petista não são nada menos do que desapontadoras”, diz o texto. A estatal está sendo usada pelo governo como uma forma de conter a inflação do país, segurando os preços dos combustíveis, o que causou um rombo de 20 milhões de reais à empresa em 2013. Segundo a revista, a ironia neste caso é que a 'úncia solução lógica' para o problema da Petrobras veio de sugestão do nanico Pastor Everaldo: "privatizar a estatal".

A estratégia de manter a inflação em alta para manter empregos é questionável

Para inflação e baixo desemprego conviverem bem – como é o desejo de Dilma Rousseff -, é necessário que a economia apresente crescimento. No entanto, não é o que está ocorrendo no Brasil. A Forbes afirma que a piora da inflação se deve ao aumento dos salários e da diminuição dos lucros de empresas. Dilma entende que a solução seria aumentar as taxas de juros, enrijecer a política fiscal brasileira e permitir que os preços se ajustem. No entanto, essas medidas afetam diretamente o consumo no país, que representa 63% da economia brasileira. A revista afirmou que para uma governante populista, é como um remédio caro que, mesmo que o paciente precise comprá-lo, não terá condições de acesso.

Dívida Pública cresce. E o governo poupa menos

“O orçamento federal está constantemente em déficit, e Dilma se comprometeu a cumprir uma meta de superávit primário de 1,9% do PIB neste ano e 2% no próximo ano”, diz Antunes. Os gargalos do sistema brasileiro causam ineficiência e corrupção - e são responsáveis por um sistema de impostos bizantino.

Dilma não promoveu as mudanças para tornar a vida dos mais pobres melhor

O PT, partido que declarou o objetivo de defender os pobres e socialmente excluídos, não promoveu durante o governo Dilma a melhora na condição de vida dessa parcela da população que prometeu. Segundo o colunista, uma das razões é o retorno da inflação, que tem assustado brasileiros desde a década de 1970. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2012, a desiqualdade de renda melhorou de 2002 até a década seguinte. No entanto, essa melhora empacou há dois anos. Ao mesmo tempo, a receita arrecadada pelos ricos cresceu 50%. Isso significa que o governo Dilma quebrou um padrão de dez anos de progresso na distribuição de renda. Em outra questão, Forbes cita que o número de analfabetos também cresceu pela primeira vez em quinze anos, durante o governo de Dilma – tanto a presidente quanto Lula haviam prometido erradicar o analfabetismo do país.

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sábado, 19 de julho de 2014

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Forbes vendida a investidores de Hong-Kong

Revista Forbes vendida a investidores de Hong-Kong

O presidente do Conselho de Administração da Forbes Media anunciou a venda da posição maioritária da família no grupo, mas não revelou valores. 

O anúncio foi confirmado no site da Forbes Media, uma parte maioritária do grupo de comunicação foi vendido a um grupo de investidores asiáticos. O “Integrated Whale Media Investments” é um grupo sediado em Hong-Kong e passa então a ter posição dominante no grupo que é dono da revista Forbes, icónica publicação sobre negócios que acompanha os ricos e famosos. Não são revelados valores, mas uma fonte citada pela CNN fala em 475 milhões de dólares.

Em comunicado, o Forbes Media refere que o negócio vai permitir o crescimento do grupo e que a família, que fundou o Forbes Media em 1917, “continuará a ter uma participação significativa”.

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