segunda-feira, 17 de junho de 2019

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

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Odebrecht é máquina de suborno brasileira, diz FT

'Financial Times' diz que Odebrecht é máquina de suborno brasileira

Numa longa reportagem com várias fotos e gráficos, o site do jornal britânico Financial Times trouxe, nesta quarta-feira (28), mais um recorte da corrupção no Brasil. Com o título "Odebrecht: uma máquina de suborno brasileira", a publicação cita que uma multa recorde por pagamentos ilegais levanta esperança de um fim para uma cultura de impunidade no País.


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

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A estratégia para manter Lula na boca do povo

Expectativa do esquema com a empreiteira era de que o petista continuasse a ter relevância politica após 2010, o que, de fato, aconteceu

Expectativa do esquema com a empreiteira era de que o petista continuasse a ter relevância politica após 2010, o que, de fato, aconteceu.

Marcelo Odebrecht, contou aos procuradores da Operação Lava Jato em delação que uma espécie de conta que a empresa mantinha em nome do ex-presidente Lula (PT) tinha o objetivo de manter o petista influente depois que saísse da Presidência da República.


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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Odebrecht: Itaipava intermediava o pagamento de propina

A Itaipava se soma a uma sofisticada engenharia financeira montada pela Odebrecht para o pagamento de propina. A profissionalização da corrupção impressionou os investigadores.

Durante a fase inicial da delação, os executivos da Odebrecht confirmaram as suspeitas dos investigadores baseadas em provas que estavam sendo levantadas há meses. De acordo com os relatos, o grupo empresarial da Itaipava intermediava o pagamento de propina a políticos, a pedido da Odebrecht. 


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

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Lula recebeu dinheiro vivo, diz Marcelo Odebrecht

Odebrecht fez repasses de dinheiro vivo destinados ao ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira que leva seu sobrenome, detalhou em depoimentos aos investigadores da Lava Jato que a empresa fez repasses de dinheiro vivo destinados ao ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A informação foi revelada com exclusividade por ISTOÉ, em reportagem de capa da edição de 11 de novembro.

O herdeiro da companhia está prestando depoimentos na superintendência da PF de Curitiba, onde está preso há um ano e seis meses.

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sábado, 10 de dezembro de 2016

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Gleisi na lista de pagamentos da Odebrecht

Em depoimento, Marcelo Odebrecht disse que fornecerá a Lava Jato detalhes de como repassou a quantia milionária para saldar dívidas de campanha de Gleisi Hoffmann em 2014

Em depoimento, Marcelo Odebrecht disse que fornecerá a Lava Jato detalhes de como repassou a quantia milionária para saldar dívidas de campanha de Gleisi Hoffmann em 2014. O recurso, transferido a mando da ex-presidente, não foi declarado e saiu do setor de propinas da empresa.

Endividada, Gleisi pediu socorro a Dilma, depois de amargar a derrota nas urnas, quando ficou em terceiro lugar com apenas 14,87 por cento dos votos válidos atrás do senador Roberto Requião (PMDB) e do governador Beto Richa (PSDB). O PT negou-lhe ajuda. Àquela altura, Dilma tentava se reeleger presidente da República e, para isso, contava com vultosos recursos à disposição. Tanto pelo caixa oficial como por fora, conforme apontam as investigações em curso. Gleisi, então, lhe contou que precisava de mais de 4 milhões a fim de saldar pagamentos pendentes. Dentre eles, a fatura com o marqueteiro responsável por sua campanha. Dilma ouviu a história e se compadeceu. Em retribuição à fidelidade incondicional devotada pela paranaense durante os anos de trabalho no Executivo e depois também no Legislativo, como senadora, Dilma, então, resolveu ajudar Gleisi.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

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Alckmin na folha de pagamento da Odebrecht

Executivos da Odebrecht afirmaram, em depoimento à força-tarefa da Operação Lava Jato, em Brasília, que fizeram repasses milionários em dinheiro vivo, por meio de caixa dois, às campanhas de 2010 e 2014 do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)

Executivos da Odebrecht afirmaram, em depoimento à força-tarefa da Operação Lava Jato, em Brasília, que fizeram repasses milionários em dinheiro vivo, por meio de caixa dois, às campanhas de 2010 e 2014 do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Primeiramente foram repassados R$ 2 milhões em espécie ao empresário Adhemar Ribeiro, irmão da primeira-dama, Lu Alckmin. O pagamento foi feito no escritório de Ribeiro, em São Paulo, segundo o jornal. Em 2010, Alckmin foi eleito no primeiro turno, com 50,63 por cento dos votos válidos.

Em 2014, ano em que o tucano foi reeleito com 57 por cento dos votos, o intermediário do caixa dois foi Marcos Monteiro, atual secretário de Planejamento do governo paulista, disseram os executivos. A Folha , no entanto, não teve acesso aos valores que teriam sido repassados nesta negociação.

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

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Delação da Odebrecht

Os acordos devem atingir até 200 políticos de vários partidos

Praticamente todos os 77 executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht, que negociaram a delação, já assinaram os documentos. Os acordos devem atingir até 200 políticos de vários partidos.

Quase todos os executivos e ex-executivos da Odebrecht já assinaram os acordos de delação e deverão ter as penas reduzidas. Sete foram condenados a cumprir parte da pena em regime fechado, sendo que seis deles já passaram por essa etapa por que ficaram presos ao longo da operação.

O outro é Marcelo Odebrecht, condenado inicialmente a 19 anos. Mas se o acordo dele for homologado, Marcelo cumprirá um total de dez anos. Dois anos e meio no regime fechado, dos quais ele já cumpriu um ano e meio. Ou seja, daqui a um ano ele passará para prisão domiciliar, que deve durar mais dois anos e meio. Depois, passa para semiaberto por mais dois anos e meio, e finalmente dois anos e meio no regime aberto.


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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

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Emilio assina delação

Emilio Odebrecht, filho do fundador da empresa, já assinou

Os acordos de delação premiada da empreiteira Odebrecht começaram a ser assinados na tarde desta quinta-feira (1º). Emilio Odebrecht, filho do fundador da empresa, já assinou.

No total, 77 executivos e ex-executivos fecharão acordos com o Ministério Público Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Cada um assinará um termo.

A previsão é que a etapa de assinaturas termine só nesta sexta, considerando o alto número de delatores. O ex-presidente da empresa Marcelo Odebrecht deve assinar o termo em Curitiba, onde está preso desde 2015.


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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

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Lula recebeu 8 milhões em propina da Odebrecht

Investigações apontam que o ex-presidente, próximo ao pai do presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, tinha conta-corrente da propina

Investigações apontam que o ex-presidente, próximo ao pai do presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, tinha conta-corrente da propina.

No documento em que indicia o ex-ministro Antonio Palocci por corrupção passiva na Operação Lava Jato, a Polícia Federal informa que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era identificado nas planilhas da empreiteira Odebrecht como “amigo”, “amigo de meu pai” e “amigo de EO”. O ex-presidente teria recebido 8 milhões de reais de uma “conta-corrente de propina”, como classifica a PF, mantida com a empreiteira. O valor teria sido pago entre o fim de 2012 e ao longo de 2013.


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domingo, 16 de outubro de 2016

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+1: Moreira Franco recebeu propina da Odebrecht

Segundo a reportagem da revista Veja, o ex-vice-presidente de relações institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho contou, em anexo de delação, que a empresa teria pagado R$ 3 milhões em propina, e não doação eleitoral, para que Moreira Franco cancelasse uma obra. Na época, em 2014, Moreira Franco era ministro da Secretaria de Aviação Civil do governo de Dilma Rousseff

Segundo a reportagem da revista Veja, o ex-vice-presidente de relações institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho contou, em anexo de delação, que a empresa teria pagado R$ 3 milhões em propina, e não doação eleitoral, para que Moreira Franco cancelasse uma obra. Na época, em 2014, Moreira Franco era ministro da Secretaria de Aviação Civil do governo de Dilma Rousseff.

De acordo com o ex-executivo da empreiteira, o dinheiro teria sido pago para "fazer sumir um aeroporto inteiro", segundo a reportagem, em referência ao aeroporto de Caieiras, que nunca saiu do papel. Isso porque o terceiro aeroporto entraria como concorrente de outros três: o Galeão (Rio); Viracopos (Campinas); e Cumbica (Guarulhos).

Agora eu sei quem paga o caviar de Moreira Franco!


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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

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PF: Lula usou seu cargo para comandar a quadrilha...

PF: Lula usou seu cargo para comandar a quadrilha...

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Lula por corrupção passiva. Ele é suspeito de ter usado o poder de influência para que a Odebrecht conseguisse empréstimos no BNDES. Em troca, a empresa teria contratado a empresa de Taiguara Rodrigues dos Santos - é um sobrinho da primeira mulher de Lula. Além de Taiguara e do sócio dele, também foram indiciados Marcelo Odebrecht e seis executivos da construtora.

Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho da primeira mulher do ex-presidente Lula, era dono de uma empresa chamada Exergia, contratada pela Odebrecht para realizar obras em Angola.

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente porque ele teria usado a influência do mandato para Taiguara conseguir os contratos com a Odebrecht. A construtora contratou Taiguara em troca de uma suposta ajuda de Lula no financiamento do BNDES para as obras em Angola.

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