17 de outubro de 2019

Michell Hilton

Milícias apoiadas pelo regime do Irã usaram franco-atiradores durante os recentes protestos no Iraque.

Milícias apoiadas pelo extremista regime do Irã usaram franco-atiradores nos telhados de Bagdá, no Iraque, para sufocar os recentes protestos contra o governo do primeiro-ministro iraquiano Adel Abdul Mahdi, disseram à Reuters dois funcionários iraquianos.

"Confirmamos evidências de que os franco-atiradores eram elementos de milícias que se reportam diretamente ao comandante, em vez de ao chefe das forças armadas", disse uma das fontes de segurança iraquianas. "Eles pertencem a um grupo muito próximo dos iranianos."

O papel do Irã na resposta às manifestações foi outro lembrete do alcance de Teerã no Iraque, onde um número considerável de ex-comandantes de milícias agora são membros do parlamento e apoiam a agenda iraniana. A estabilidade do governo iraquiano é do interesse do regime iraniano, que vem acumulando influência no Iraque desde 2003, quando a invasão liderada pelos EUA derrubou o presidente Saddam Hussein. O regime iraniano é o maior parceiro comercial do Iraque atualmente.

Compartilhe:

13 de outubro de 2019

12 de agosto de 2019

20 de junho de 2019

30 de março de 2018

13 de fevereiro de 2018

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse na segunda-feira que estava discutindo com os Estados Unidos o projeto de anexar os assentamentos na Cisjordânia ocupada.

Netanyahu disse que queria coordenar qualquer movimento com os Estados Unidos por causa da importância estratégica do país para Israel.

Os assentamentos estão localizados no que é conhecido como Área C da Cisjordânia, que representa mais de 60 por cento do território palestino.

Anexar os assentamentos deixaria pouco espaço para um Estado palestino.

O embaixador de Trump em Israel, David Friedman, no passado foi um defensor dos assentamentos israelenses na Cisjordânia.

"Os assentamentos são algo que complica muito e sempre complicou a paz, então eu acho que Israel tem que ter muito cuidado com os assentamentos", disse Donald Trump recentemente.

Compartilhe:

4 de fevereiro de 2018

9 de novembro de 2017

O presidente do Egito, Abdel al-Sisi, disse na quarta-feira que o Irã deve parar de "se intrometer" no Oriente Médio e que a segurança dos países árabes do Golfo não deve ser ameaçada, mas ressaltou que não quer guerra e acredita que o diálogo pode resolver as crises da região.

Com seus comentários, al-Sisi demonstrou seu apoio ao seu aliado do Golfo, a Arábia Saudita.

No fim de semana, a Arábia Saudita culpou o Irã por um míssil lançado em direção a Riad por rebeldes no Iêmen e advertiu que poderia ser considerado um ato de guerra.

Compartilhe:

5 de novembro de 2017

Michell Hilton

A incerteza política no Oriente Médio subiu para o nível mais alto, com a Arábia Saudita anunciando a prisão de um dos homens mais ricos do mundo, o príncipe Alwaleed bin Talal.

A incerteza política no Oriente Médio subiu para o nível mais alto, com a Arábia Saudita anunciando a prisão de um dos homens mais ricos do mundo, o príncipe Alwaleed bin Talal.

Alwaleed bin Talal controla a empresa de investimentos Kingdom Holding, possuindo grandes participações da 21st Century Fox, Citigroup, Apple, Twitter e muitas outras empresas bem conhecidas. O príncipe também controla grandes redes de televisão por satélite do mundo árabe.

A campanha de prisões parece ser a última jogada para consolidar o poder do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, filho favorito e principal conselheiro do rei Salman da Arábia Saudita.

Compartilhe:

6 de setembro de 2017

Desde junho, os laços políticos entre Catar e seus ex-aliados do Golfo, Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Egito - não mudaram muito, mas as manobras para superar a crise continuam.

A máquina de mídia do Catar se mobilizou para destacar a força econômica do país e sua superação da crise, mas muitas bandeiras vermelhas apareceram.

As três principais agências de classificação de risco do mundo - Fitch, Moody e Standard & Poor alteraram sua visão sobre a Catar de "estável" para "negativo". Enquanto isso, o Fundo Monetário Internacional emitiu avisos para Doha sobre as repercussões da crise.

Quando os primeiros relatos de como a economia do Catar estava resistindo à crise veio à tona, Doha negou rapidamente os relatórios locais, regionais e internacionais sobre o impacto no setor da aviação do país em particular, mas isso não foi o suficiente.

Compartilhe:

26 de julho de 2017

Michell Hilton

Abu Bakar al-Baghdadi

Foi relatado a morte de Abu Bakar al-Baghdadi nos últimos dias, mas ele não morreu, mas outro terrorista perigoso do Estado Islâmico foi morto neste ataque.

Acredita-se que al-Baghdadi ainda esteja vivo e escondido em Deir ez-Zor, relatou o canal de notícias Al-Quds Al-Arabi, porque os terroristas que conseguiram escaparam do Iraque e da Síria se esconderam nessa área.

Compartilhe:

23 de julho de 2017

Michell Hilton

Os canais pertencentes ao beIN Media, com sede no Catar, voltaram a ser exibidos nos Emirados Árabes Unidos neste fim de semana

Os canais pertencentes ao beIN Media, com sede no Catar, voltaram a ser exibidos nos Emirados Árabes Unidos neste fim de semana, isso só depois de serem desbloqueados pelos provedores locais de serviços de telecomunicações.

Essa é uma boa notícia para fãs de esportes e amantes de desenhos animados. O beIN detém os direitos de canais regionais que transmitem ligas, torneios de futebol de alto nível e canais populares para crianças, como Baraem e Jeem.

Os canais foram suspensos depois que os Emirados Árabes Unidos e outros estados árabes cortaram laços diplomáticos com o Catar.

Al Jazeera permanece bloqueada.

Compartilhe:

21 de julho de 2017

17 de julho de 2017

23 de junho de 2017

Michell Hilton

Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos e Bahrein apresentam lista de exigências ao Catar, incluindo fechamento da Al Jazeera

Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos e Bahrein apresentam lista de exigências ao Catar, incluindo fechamento da Al Jazeera.

A rede de mídia financiada pelo Catar, Al Jazeera, criticou os pedidos dos países árabes.

Em uma declaração, Al Jazeera disse: "Afirmamos nosso direito de praticar o nosso jornalismo profissionalmente e sem se curvar à pressão de qualquer governo ou autoridade".


Compartilhe:

12 de junho de 2017

Michell Hilton

É impossível de Doha implementar seu objetivo de ter soldados iranianos e turcos no país

O general Mahmoud Mansour, fundador do Serviço de Inteligência do Catar (QSS), disse ser impossível de Doha implementar seu objetivo de ter soldados iranianos e turcos no país.

Os EUA não nunca permitirão que soldados de outras nacionalidades sejam implantados nos territórios do Catar, disse Mansour.


Compartilhe:

11 de junho de 2017

8 de junho de 2017

7 de junho de 2017

Nenhum país do mundo foi tão paciente com as transgressões políticas do Catar, como a Arábia Saudita, Bahrein e os Emirados Árabes Unidos.

Durante 21 anos, o Catar desconsidera todos os conceitos do Golfo e o comportamento da sua vizinhança. Vinte e um anos e as repercussões das políticas do Catar estão a piorar ano após ano.

Os 21 anos de paciência do Golfo foram entendidos por Catar como fraqueza, não sabedoria de não querer perder um país fraternal. Os três países repetidamente exerceram esforços políticos e diplomáticos sem qualquer resposta verdadeira da outra parte.

Em 2014, o Emir do Catar prometeu e concordou com o acordo de Riade para acabar com as políticas nocivas de seu país. No entanto, e como de costume, não se comprometeu com nenhuma das suas promessas e os embaixadores foram retirados durante esse período.

A interferência nos assuntos internos e a criação de caos e instabilidade tornaram-se intoleráveis. Por conseguinte, seis países decidiram cortar todas as relações diplomáticas com o Catar na tentativa de acabar com os métodos desastrosos de Doha e com o isolamento sem precedentes.

O Catar havia explorado a vontade da Arábia Saudita de não perder o irmão mais novo. O pequeno país do golfo manipulou e enganou todos até que cortasse todos os laços políticos e de fraternidade.

Felizmente, o país fraternal do Catar vai aprender a lição desta vez porque o dinheiro não compra geografia ou história. As ambições são acessadas através de portas, não de chave. Os países podem manipular um pouco e contradizerem muito, mas não podem aguentar os fatos e a realidade. Um país não pode sobreviver isolado dos vizinhos e arredores.

Compartilhe:

Mauritânia anunciou hoje que estava cortando os laços diplomáticos com o Catar, segundo um comunicado divulgado pelo Ministério de Relações Exteriores do país.

"O Estado do Catar se empenhou em violar os princípios sobre os quais se funda a ação árabe comum, e a sua política na região se baseia no apoio a organizações terroristas", destacou o Ministério mauritano em seu comunicado, repetindo o motivo das potências do Golfo, principais sustentos econômicos da Mauritânia.

A Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito e o Bahrein disseram na segunda-feira que cortariam todos os laços com o Catar, acusando-o de apoiar o terrorismo.

Compartilhe: